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Diretório de Advogados
Hermógenes Rodrigues
São Paulo (SP)
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Comentários
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Hermógenes Rodrigues
Comentário ·
há 3 anos
Meu dinheiro foi bloqueado! E agora?
Brasil e Silveira Advogados
·
há 3 anos
Comigo aconteceu, vendi um terreno com escritura registrada, informação a prefeitura, tudo de acordo com a lei. Alguns anos depois eu estava sendo executado por essa prefeitura, fui novamente até lá e mostrei a documentação e a advogada da prefeitura retirou meu nome do polo passivo e do processo. PASMEM, em 2018 novamente entrei em outro processo de execução referente ao mesmo imóvel, novamente voltei a prefeitura, levando novamente a documentação, inclusive do processo anterior, resposta da prefeitura, houve um erro na migração do sistema de informática e meu nome voltou ao IPTU. Novamente a prefeitura pediu a minha exclusão do polo passivo, mas isso não é o fim, uma terceira execução fiscal em 2022 pelo mesmo imóvel e mesmo motivo.
Resultado, estou até hoje em 2 processos de execução fiscal, nome incluído na divida ativa, contratei Advogado, entrei nos dois processos, pedidos do meu advogado solicitando exclusão, prefeitura já concordou mas PASMEM novamente, o Juiz (a) não analisa os pedidos, já tiveram varias decisões mas meu nome continua nos processos.
Então, mesmo fazendo certo parece que a justiça além de cega não faz sua parte.
Se fosse possível eu processaria a justiça por incompetência. (E também a prefeitura)
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Hermógenes Rodrigues
Comentário ·
há 11 anos
Projeto do STF cria auxílios do berço ao caixão para magistrados
Fátima Miranda
·
há 11 anos
Que nojo.
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Hermógenes Rodrigues
Comentário ·
há 11 anos
Confederação de escolas privadas pede para STF banir crianças deficientes
Fátima Miranda
·
há 11 anos
Achei chocante alguns comentários, ainda mais vindo de pessoas que trabalham para garantir a justiça.
Dá para entender perfeitamente porque existem as leis de inclusão.
Com essas leis o que mais entendi foi: "isso não é problema meu", sem elas seria: "Fo..-.., isso é problema seu.
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P
Perfil Removido
Comentário ·
há 11 anos
Vai emprestar o carro? Pense duas vezes! Quem empresta o veículo também responde perante as vítimas se ocorrer um acidente
Perfil Removido
·
há 11 anos
Considero a decisão inteiramente absurda, não vejo qualquer motivo para considerar como objetiva tal responsabilidade. Não se pode, em princípio e sem qualquer investigação, considerar que houve culpa "in eligendo", pois esta demanda investigação quanto à má escolha da pessoa que, no caso, conduziria o veículo. Ora, o veículo pode ser emprestado para pessoa sabidamente responsável e zelosa e ainda assim acontecer um acidente. A decisão do STJ consagra mais uma vez a injustiça.
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Alysson Batista
Comentário ·
há 11 anos
Vai emprestar o carro? Pense duas vezes! Quem empresta o veículo também responde perante as vítimas se ocorrer um acidente
Perfil Removido
·
há 11 anos
A meu ver, é equivocado responsabilizar OBJETIVAMENTE o proprietário do veículo, uma vez que não é uma das hipóteses de responsabilidade objetiva previstas no Código Civil. Poderá será SOLIDÁRIA, se verificada a CULPA do proprietário, podendo essa culpa ainda ser "in eligendo" ou "in vigilando". Carro com problema na manutenção, ou carro entregue para condutor não habilitado ou alcoolizado, caracteriza a culpa do proprietário.
Mas a EMENTA do STJ fala em responsabilidade OBJETIVA. Vou procurar saber a razão disso.
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Achille Arantes
Comentário ·
há 11 anos
Intervenção ou rebelião militar?
Andre Cavalcanti Pierre de Messias
·
há 11 anos
Caro Sr Leonardo Galdeano Massaro
De forma algumas as urnas me desmentem. Eu nem preciso entrar no mérito de como nosso sistema de coleta e apuração dos votos é susceptível e projetado para facilitar fraudes para me contrapor ao seu argumento.
Assumindo que em torno de 51% dos eleitores realmente votou Dilma-PT no segundo turno, e que nem todos os descontentes vão às ruas por motivos diversos (medo do "exército do stédile", da repressão polícial,....), fica claro que (suponhamos os seus 1% insatisfeitos que saíram às ruas) já mudariam a proporção (maioria) que dava legitimidade ao governo (se 1% mudar de lado, de a favor a contra a Dilma, já teríamos 51% querendo que ela saísse contra 49% querendo que ela permanecesse).
Depois que a candidata à releição saiu de cena e entrou a Presidente Reeleita, totalmente oposta à primeira, o índice de rejeição da presidente evoluiu muito mais que este 1% que já seriam necessários para acabar com e legitimidade do governo. (O atual índice de rejeição é de 62%)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/03/150318_dilma_aprovacao_reprovacao_cc
Caro amigo, você mistura alhos com bugalhos ao tentar desmentir meu diagnóstico atual com uma aferição feita em outubro, quando o Brasil: era o país do pleno emprego; a Dilma não mexeria nos direitos trabalhistas nem que a vaca tossisse; a inflação era só alarmismo eleitoreiro dos candidatos de oposição; o Brasil seria a pátria educadora...
Não é possível que quem mais tinha acesso às informações (ocupava o governo federal, tinha a "chave do cofre") não pudesse chegar às conclusões que os candidatos de oposição tinham (acertadamente) sobre a necessidade de medidas duras e impopulares.
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